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Olá, somos professoras de uma escola pública municipal, EM Dr. João Jorge Sabino. Somos jovens entre 30 e 40 anos e gostamos de desafios. Lecionamos nas séries iniciais do ensino fundamental. Casadas, temos filhos e dividimos nossa vida entre a família e a escola.

segunda-feira, 15 de março de 2010

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FONTES DE RENDAS DOS QUILOMBOLAS DO VALE DO RIBEIRA

Uma das fontes de renda de oito comunidades quilombolas do Vale do Ribeira, em São Paulo é o artesanato feito com a fibra de bananeira. Além de ser uma fonte de renda complementar, sobretudo para as mulheres, que ganham também em auto-estima e poder decisóriodentro das respectivas famílias.

Por enquanto o forte do mercado consumidor desse artesanato está em lojas de São Paulo e visitantes das feiras de que as associações participam.

Do ponto de vista ambiental, o uso dessa fibra tem dois méritos. Primeiro, ao garantir mais renda por cada bananeira, mediante o uso do caule e do cacho, se contribui para diminuir a pressão pelo aumento da àrea de cultivo (desmatamento). Em segundo lugar, em roças grandes, quando se retira o cacho, o caule fica jogado, apodrecendo e tornando-se potencial vetor de doenças. Ao dar-lhe um uso produtivo, esse problemaé sanado.

Mais recentemente, algumas comunidades estão apostando em uma nova fonte de renda e geração de trabalho para seus jovens: o Ecoturismo, que vem ganhando força principalmente no município de Eldorado, que possui além de muita mata atlântica,cachoeiras de grande beleza e várias cavernas. Quase 70% dos guias de turismo, que na região são os monitores Ambientais, são das comunidades quilombolas que ficam no entorno do Parque Estadual do Jacupiranga.

Esses monitores, além de ganhar diretamente com o ecoturismo trabalhando como guias, são agentes multiplicadores da idéia em suas cominidades onde atuam também como educadores ambientais. Desta forma o ecoturismo gera renda para as comunidades e, ao mesmo tempo, contribui para a conservação dos recursos naturais, históricos e culturais da região. E isso não é utopia, é fato.

Fontes:

www.ecoviagem.uol.com.br

www.ambientebrasil.com.br

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